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quinta-feira, 20 de junho de 2013

BRASIL: MEU PARTIDO POLÍTICO


Nos últimos dias tenho navegado nos grupos do face de pretensos futuros candidatos políticos e observei que nem eles mesmos estão acreditando na instituição chamada PARTIDO POLÍTICO. Eles e seus apoiadores estão fazendo até propaganda extemporânea, acrescentando a mesma palavra de ordem: Fora, Dilma! Com certeza, observamos membros do PSDB e PT competindo para saber qual é o pior partido, para no fim, chegarem à conclusão de que há um sujo falando do mal lavado.

Por outro lado, povo, nas ruas, através dos atuais manifestos, está demonstrando um descontentamento geral com a pessoa do GOVERNANTE, seja nos âmbitos municipal, estadual e federal. Ninguém quer saber qual bandeira carrega aquele político. O povo está cansado de tanta corrupção e impunidade neste país e tamanha indiferença à melhoria da educação, saúde, segurança, e etc., enquanto se gasta bilhões com reformas e reconstrução de estádios, em atendimento ao Padrão FIFA e à abertura de muitas torneiras para mais ladroagem.

Desde o dia em que ficou definido que o Brasil sediaria os três maiores eventos mundiais do esporte: Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas, conhecendo a fama dos políticos brasileiros por colocarem o pão em suas mesas e darem circo para o povo, já se preconizava uma revolta traduzida em manifestos como os que estão acontecendo agora ... e isso é só o começo.

Definitivamente, o povo acordou e se uniu, mostrando que um povo unido não precisa de partidos políticos e que quem estiver no poder vai ter que governar com transparência, para o povo e pelo povo.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O PREÇO DA INTRANSIGÊNCIA

A cada dia que se passa  aumenta a minha decepção com o (des) governo municipal que se instalou em João Monlevade. Pensei que ao término da administração do Prandini não veria outra igual ou pior e que já tinha visto tudo o que poder-se-ia ver aqui ... ledo engano. A falta de diálogo, de transparência e o excesso de intransigência fizeram morada definitivamente na administração de nossa cidade, mudando apenas o seu mandatário.

Desde o dia 13 de Maio, nós, servidores do magistério, estamos em "Operação Tartaruga" e a administração municipal, mesmo depois de ter sido desmascarada em plena Audiência Pública de Prestação de Contas, no que se refere à chamada LRF ( Lei de Responsabilidade Fiscal) e na maquiação de planilhas, faz-de-conta que nada aconteceu, permanecendo fechada à negociação. Para nos contrariar, faz com que o mês de maio tenha 42 dias, cortando o nosso ponto de forma irresponsável, indo contra a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e atropelando todos os direitos do trabalhador e, de forma criminosa, assedia professores contratados a voltarem ao trabalho, premiando-lhes com o pagamento integral de suas horas/aulas não trabalhadas, na esperança de poder contar com os mesmos para a substituição dos efetivos na hora da reposição da carga horária.

Outra retaliação aos professores, por causa do movimento grevista, operada pela equipe econômica é o indeferimento do pedido de  pagamento do adiantamento da metade do 13º salário; o que  deveria ter sido feito, segundo a CLT, no pagamento das férias em janeiro. Se não for retaliação, tal atitude vem demonstrar que a administração municipal, na pessoa de Laura Carneiro, mentiu durante a Audiência Pública, quando teria afirmado haver uma reserva de 2,6 milhões para tal pagamento.

Desta forma, a prefeitura mente quando alega falta de recursos para o reajuste salarial, enquanto agindo fora-da-lei, vai acumulando vários processos trabalhistas, onerando ainda mais os cofres públicos. Assim sendo, quem pagará caro pela intransigência e incompetência do prefeito é o contribuinte que, em troca de impostos, receberá serviços públicos sucateados, sob a justificativa real de falta de recursos financeiros. 


quinta-feira, 13 de junho de 2013



CARTA DE ABRAHAM LINCOLN AO PROFESSOR DE SEU FILHO



"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
(Abraham Lincoln - 1830)

Abraham Lincoln é considerado um dos três melhores presidentes dos Estados Unidos. Naquele tempo, ele achava que estava pedindo muito para um profissional que era bastante reconhecido e bem pago. Os governantes atuais querem que o professor faça mais do que isto, pagam-lhe mal e ainda querem que o professor não seja um formador de opinião; enfim, que os alunos sejam eternos analfabetos políticos, de forma a permitirem a perpetuação de maus políticos no poder.






quarta-feira, 12 de junho de 2013

ACORDA!!!

Há pouco mais de um mês, o SINTRAMON, juntamente com uma comissão de professores, elaborou um documento pedindo apoio aos vereadores nas negociações salariais. Quem esteve na reunião da câmara naquela época, pode observar o enrolo de muitos deles para assinarem o citado documento, em especial, o presidente Guilherme Nasser.

Depois daquela desastrosa audiência pública de prestação de contas, onde ficou muito clara a manipulação de dados, seguida de confirmação de maquiação de uma planilha elaborada pela administração e, mais recentemente, o corte no salário dos professores, de maneira irresponsável, dos dias de paralisação, só se ouviu discursos vazios - se é que houve - e nenhuma ação concreta favorável à nossa causa.

A omissão da câmara só vem comprovar que o compromisso da maioria daqueles edis não é com o povo, não é com a verdade, não é com a justiça; e sim, com os projetos políticos do clã dos Tôrres, não ficando para trás, assessores, os mais de 200 comissionados e alguns funcionários de carreira que, além de blindar o prefeito, tem contribuído imensamente com esse (des)governo levando nossa cidade para um abismo negro.  

Desta forma, pode-se dizer que, se nos quatro anos anteriores Monlevade retrocedeu, nos primeiros cinco meses de um novo mandato, o poder executivo e legislativo estão se encaminhando para se enforcarem numa mesma corda, precocemente; do ponto de vista cronológico/ações positivas que gerem desenvolvimento e uma gestão democrática e transparente para o nosso município. 

Haja paciência ...

terça-feira, 11 de junho de 2013

O JOGO DO EMPURRA-EMPURRA 

Amanhã completará 8 dias que um grupo de professores foi à secretaria municipal de educação, para solicitar esclarecimentos sobre o corte irresponsável dos dias de paralisação. Irresponsável, porque:

1º - A secretária de educação tinha conhecimento de que ao final do processo, todos os professores reporiam as aulas perdidas, sem ônus para a administração;

2º - Mesmo sabendo disso, para nos coagir, enviou um bilhete para as escolas ameaçando cortar o ponto; o que diante desse fato, nos levou a lembrá-la de que se cortasse o nosso ponto, estaríamos desobrigados a pagar os dias parados e, se quiséssemos repor as aulas, configuraria hora-extra, representando assim um acréscimo de 50 a 100% no valor hora/ aula;

3º - Diante disso, o que a secretaria fez? Determinou, sob a orientação da assessoria jurídica, que o ponto, em vez de ser fechado no dia 30 de abril, fosse fechado no dia 10 de maio - data do último dia da paralisação e início (13) da operação tartaruga - para então, "fazer doer mais no nosso bolso", acrescentando 50% a título de "perda do repouso remunerado". (?) 

Agora, como filho feio não tem pai, a assessoria jurídica alega que o prefeito é quem mandou "cortar", mas ela não passou nenhuma orientação para a secretaria, que divide a culpa entre os diretores das escolas e assessoria jurídica. O setor de recursos humanos alega ter feito, conforme veio "pronto" da secretaria de educação... 

O fato é que, ontem, a secretária de educação se propôs a reunir com um grupo de representantes dos professores, marcando uma reunião para hoje, pela tarde. Uma hora depois, cancelou a citada reunião, deixando-nos com mais um questionamento e um monte de suposições ...

Enquanto isso, eles continuam buscando mais uma maneira de nos atingir, afirmando na mídia que vão contratar professores para nos substituírem, inclusive, durante a operação tartaruga. No mínimo, devem pensar que estão acima da lei ... 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA...


Há um bom tempo venho me surpreendendo com a audácia de motociclistas me cortando pela direita, até mesmo em cruzamentos e sei que  isto não acontece somente comigo. E muito motorista também já ouviu: "Reze para nenhum "motoqueiro" bater em você, porque eles nunca tem dinheiro e sempre acabam achando que tem razão..."

Recentemente, ao descer a Wilson Alvarenga, quando estava para convergir à direita pela rua do Andrade, fui abalroado por uma moto, que saiu rasgando o para-choque do meu carro. Naquele momento, dado o susto, brequei o carro e saí para ver o estrago, inclusive o daquele imprudente motociclista, que por sinal só havia machucado o tornozelo esquerdo e sem nenhum dano à sua moto. Depois de avaliar o estrago do meu carro, ao ver aquele cidadão educado, de camisa azul clara, acompanhada do crachá daquela siderúrgica , pensei: "Acredito não ser um motoqueiro qualquer, portanto não terei problemas." 

Embora o mesmo não admitisse estar errado, por me "cortar" pela direita e num cruzamento, alegando que eu não teria dado seta e nem tampouco tivesse mantido o carro à direita, deu-me o  número de seu celular, o que conferi de imediato, passando-lhe também o meu, para posteriores contatos. 

Em seguida, ofereci-me para levá-lo ao hospital, ao que, prontamente, agradeceu-me dizendo que dava conta de se dirigir sozinho até lá, uma vez que nem sequer caiu de sua moto. Sendo assim, despedi-me dele, dizendo-lhe que faria o orçamento do conserto do carro e, em seguida, ligaria para ele.

Depois de levantar custeio do serviço, liguei para ele por três dias consecutivos sem no entanto obter sucesso. Até que resolvi ligar de outro telefone e quando me identifiquei, desligou na minha cara e a partir daí não consegui mais falar-lhe ao telefone e muito menos experimentei um terceiro número, uma vez que saquei que o meliante - uma nova impressão daquele cidadão - não queria conversar comigo.

A cada dia que se passava, mais me arrependia de ter confiado naquele sujeito, de não ter chamado a perícia e nem ter feito um B.O., diante do meu bom juízo, preconceituoso. A todo o momento, reportava-me à imagem de um vídeo sobre preconceito: " Um homem entrando num metrô, que deixa de se assentar ao lado de um quase-mendigo-afro-descendente, para se assentar ao canto de um sujeito branco e bem vestido; que em seguida, rouba-lhe o seu celular e sai correndo."

Pois é ... Aquele motociclista, "bem vestido", residente em Bela Onça, portador de um crachá da Mital,  é também um comerciante, com filial em Monlevade. Acima de qualquer suspeita? Depois de investigá-lo, de ligar insistentemente para as suas lojas e o mesmo se negar a falar comigo, fui conversar com ele, pessoalmente. Resultado: Por eu estar certo e agir errado, tive que me sujeitar a pagar a metade do conserto do meu carro para evitar desgastes com a justiça.  

terça-feira, 4 de junho de 2013



PACTO DE IMPROBIDADE


Desde o dia daquela Audiência Pública na câmara municipal para "PRESTAÇÃO DE CONTAS" fiquei bastante apreensivo e reflexivo ... De vez em quando vem-me à lembrança flashes daquela fatídica audiência (?) ... Nem sei se se pode chamar aquilo de audiência pública, uma vez que,  " Uma audiência pública é uma reunião pública informal. Todos na comunidade são convidados a comparecer, dar suas opiniões, e ouvir as respostas de pessoas públicas. Nas comunidades heterogêneas de hoje, com grandes populações, geralmente, as audiências públicas são conduzidas por pessoas que podem influenciar os oficialmente eleitos em sua tomada de decisão ou dar a chance de sentir que suas vozes estão sendo ouvidas." (Wikipédia)

Se a Wikipédia está certa, tudo aquilo que eu vi naquela tarde estava errado. Não tinha como acompanhar a explicação do auditor, porque não havia cópias para todos, porque ele não podia detalhar, porque ninguém conseguia enxergar o que estava sendo projetado, porque ninguém podia perguntar nada, porque ninguém queria responder nada ... enfim, não dava para entender nada; até mesmo porque faltou-me conhecimentos técnicos para entender o que o Consultor - que para mim não é lá uma pessoa pública - informava. O mais triste ainda foi constatar que também nenhum daqueles vereadores presentes, entendiam patavina nenhuma. Quando o consultor encontrou alguém na platéia que entendia do "bordado" - Luis Cláudio Oliveira - o consultor Assis foi se sentindo acuado, desvendando ainda mais para aquele público que lá estava, ( muito mais interessado em saber o porquê da afirmação de um reajuste de Zero% em seus salários, que ter uma aula de direito financeiro! ) a falta de vontade política da atual administração pública. E, como se não bastasse, enfim, uma das "sete mulheres daquela casa" afirma não estar preparada, que ali não era uma negociação salarial, para no final daquilo que não houve término, sair, juntamente com a sua comitiva pelas portas do fundo da câmara...

Para completar a molecagem da administração que, depois de adiar encontros com o SINTRAMON, propostos pela mesma, para justificar o reajuste de zero%, ontem, em vez de mandar a comissão de negociação para a reunião, manda um contador da prefeitura, treinado para apresentar uma planilha falsa, a pedido da secretária Laura Carneiro, a grande chefe daquela "casa".

Hoje, pela manhã, tão logo descobri que a prefeitura, realmente, de forma mais irresponsável ainda, havia cortado os meus dias parados, acrescidos de mais 50%, fui à secretaria municipal de educação averiguar, uma vez que a cópia do mapa de faltas, que havia saído da escola não batia com o que realmente perdi. A responsável pela administração  da folha de pagamento disse-me que, conforme orientação do Jurídico da prefeitura, eles deveriam cortar o repouso remunerado também. Ela me "ensinou" uma conta louca que não me convenceu. A partir daí, resolvi ir ao Jurídico. Lá me informaram que tais informações e cálculos não procediam, colocando-se à disposição de consertar aquele "erro". 

À primeira vista, aquele assessor jurídico, funcionário de carreira, conseguiu me convencer de que estaria do nosso lado, dizendo-me, inclusive, que gostaria de estar junto de nós, por julgar a nossa causa justa e por acreditar que a prefeitura está errada em alguns pontos, mas ... (?) Da mesma forma, honesta, alegou ter conhecimento da "maquiação" daquela planilha, mas ... (?) E agora, começo a sentir que há muitos funcionários de carreira nesta prefeitura que, estão nas mãos do prefeito e da prefeita (?). Eu não consigo entender como tanta gente consegue "se vender", compactuar com tanta improbidade, molecagem, covardia, e etc.

Uma coisa é certa: a primeira mulher daquela casa desabou, definitivamente, para mim. A partir de agora, voltaremos nossa atenção para outra mulher que, até o momento, esta representada para 99% da classe do magistério público municipal numa rubrica. Também é funcionária de carreira. Encontrou uma secretaria com 99% de funcionários, também, efetivos e boa parte deles escolhidos "a dedos". Dentro em breve, saberemos até onde e como se dá, efetivamente, este pacto; até mesmo porque boa parte deles retornam em breve para as suas funções de origem  e aí ... que o digam aqueles que já retornaram do último mandato.